Pára. Pensa. Age.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Pára. Pensa. Age.
terça-feira, dezembro 19, 2006

A vida é feita de ciclos... Uns mais definitivos que outros.
As pessoas evoluem e deixam para trás os sonhos de criança para enfrentarem o mundo real, na maior parte das vezes deixando para trás esses ideais dos quais prometeram nunca abdicar. A verdade é que aquele mundo de fantasia acabou. Isto é a vida, a responsabilidade, os problemas para resolver. Mas digam-me lá se não sabe bem? Torna-nos mais fortes, somos moldados pela memória de quem fomos e a verdade é que aqueles sonhos de infância ainda não se dissiparam totalmente, ainda estamos a tempo de correr atrás deles, por mais absurdos que sejam.
Se somos fortes para resolver um problema ou arcar com as consequências de forma adulta, será que não temos também força para perseguir os nossos ideais?
Se há determinismo nisto, provém de nós mesmos.
Ou eu ainda não cresci, ou sou simplesmente inconsciente!
Enfim, de qualquer modo, é nisto que acredito, por agora...
terça-feira, dezembro 12, 2006
As coisas mudaram tanto em dois anos, EU mudei tanto em dois anos. As escolhas que fiz nem sempre foram as mais seguras ou as mais fáceis, mas foram elas que me trouxeram até aqui, e eu estou tão bem aqui.
domingo, dezembro 03, 2006
A quem se identificar...
sábado, dezembro 02, 2006
Quando ainda não há condicionantes, história ou passado, quando ainda não há toque.
Apenas uma pessoa que podemos moldar à nossa maneira, que (ainda) não tem força para quebrar a nossa ilusão.
Olhares que se quebram rapidamente, à velocidade da vida, olhares fugazes e esquecíveis, mas que nos fazem sonhar e duram mais que o momento em si.
Hoje é um desses dias.
terça-feira, novembro 28, 2006
domingo, novembro 26, 2006
- Para onde?
- Não sei... Estou a sentir-me presa demais.
- Ah! Então pronto, eu vou contigo, não gosto de aqui estar, muito menos sem ti...
- Já sei! Atravessamos o mundo e ficamos na outra ponta, que tal? Onde ninguém nos conhece e podemos começar tudo de novo?!
- Mas eu não quero começar-nos de novo. De tudo, é a única que não quero começar de novo...
- Hum... Então pronto, nós ficamos iguais, o resto é para começar do zero, pode ser?
- Pode! E quando vamos? Hoje?
- Epá hoje não que tenho coisas combinadas para mais tarde... Fica para outro dia...
Porque é que continuamos sempre a adiar as decisões que tomamos com tanta veemência?
sábado, novembro 25, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
Para quem não conhece...
sexta-feira, novembro 17, 2006
quarta-feira, novembro 15, 2006
Hoje lembrei-me de ti, não sei bem porquê.
O dia estar cinzento e chuvoso não é motivo para me fazer lembrar de ti.
Mas, pensando bem, eu também não tenho motivos para me lembrar de ti e, no entanto, faço-o (quando mais tentamos não pensar numa coisa, mais ela nos viola o pensamento, certo?).
E que tal vires comigo para o meio da rua sentir a chuva importuna entranhar-se nas nossas roupas e nas nossas almas, soltarmos a loucura que (sabemos) que há em nós e rodar, rodar e rodar até cairmos no chão, quais crianças imaturas?! É coisa que te vejo perfeitamente a fazer, apesar de não te ver a ti há já algum tempo.
Nunca fomos os seres racionais que aparentamos. E nunca nos importámos com isso...
Aprendi a gostar de me lembrar de ti, assim, sem mais nada, só uma boa recordação na minha vida...
domingo, novembro 12, 2006
Perdida, desorientada no meio da multidão que enchia os corredores da rua estreita e atribulada.
.
As pessoas riam-se e gritavam para se fazerem ouvir do outro lado.
Eu desesperada.
.
Tu, ao longe, a surgir calmo e sereno como sempre.
.
Chegaste ao pé de mim e roubaste-me um beijo.
.
Eu ri-me e disse: "Demoraste muito tempo!".
.
Tu disseste-me: "A partir de hoje não te largo mais"
Gosto quando cumpres o que dizes.

sexta-feira, novembro 10, 2006
Não tenho culpa de ser feliz...
quinta-feira, novembro 02, 2006
Mais uma vez, só às vezes...

Às vezes, só às vezes, há distâncias que não podem ser quebradas.
quarta-feira, novembro 01, 2006
Just sometimes... (Not always...)
terça-feira, outubro 24, 2006
A. nossa história
.
Irritavas-me tanto, tantas vezes... Era difícil estarmos de acordo em alguma coisa. Mesmo quando estávamos fazíamos de tudo para não estar. Gostavas de me abraçar em frente aos teus amigos, lembras-te? Chateavas-te quando eu flirtava com outros rapazes, mas fazia-o só para ver a tua boca fechar com força e as veias dos teus braços saltitar enquanto te detias porque tinhas de manter essa tua postura de garanhão que não se deixava apaixonar por nenhuma miúda. Eu entrava no teu jogo, também me mantinha na minha quando te via com outras raparigas, sorria quando te via quase a beijá-las só para me fazeres ciúmes. E o meu sorriso matava-te, mantinha-te na dúvida.
.
Quando não estava contigo sentia-me agoniada, sem chão. Nunca permitiste dar-te demais nem eu me permitia entregar mais do que alguém da tua espécie merecia. Tudo muito bonito na teoria, já na prática entregámo-nos, demo-nos a conhecer e apaixonámo-nos. Porque foi o que aconteceu...
.
Adorava os nossos silêncios. Sempre foram os nossos melhores momentos.
segunda-feira, outubro 23, 2006
domingo, outubro 01, 2006


quarta-feira, setembro 20, 2006
Elogio do AMor Puro - Miguel Esteves Cardoso in Expresso
domingo, setembro 17, 2006

O corpo flutua na água, de braços abertos ao mundo. A mente abstrai-se do barulho "lá fora", das conversas, do choro das crianças, e concentra-se no misterioso som do mar, no inconfundível azul daquele céu onde voa uma gaivota solitária oferecendo-lhe a banda sonora do momento. Ela sorri ao sentir o corpo baloiçar ao sabor das ondas que se destroem contra a areia. A água fria chega-lhe a todas as partes do corpo, gela-a e fá-la sentir mais viva que nunca.
quarta-feira, setembro 13, 2006
sábado, setembro 09, 2006
quarta-feira, agosto 23, 2006
domingo, julho 16, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
Porque há recordações que duram uma vida... E pessoas que, parecendo que não, a mudam num espaço de tempo incrivelmente mínimo, e me fazem sorrir (como sempre quiseram).
Dedicado à minha primeira “grande aventura”, e às pessoas que nela participaram...
Porque abriu as portas a muitas mais já vivdas, e outras tantas por viver ainda, tantas...
"O último passo de uma viagem pode ser o primeiro de uma grande aventura"
smile woman ;P
segunda-feira, junho 12, 2006

sábado, maio 27, 2006
Sia - Breathe me
A ti! ;P
A nós...
Estamos prontos para tudo! Não desistimos, não resistimos...
domingo, abril 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
E pensar que não te disse adeus, que na altura me faltaram as palavras, que achei pouco importante, que achei que te voltaria a ver...
Estas histórias sem pontos finais estão a tornar-se chatas, entranham-se na minha alma e desperto de madrugada com o adeus que não disse na minha boca...
Será que é tão importante assim!? Se tudo o que vivemos caminhava inevitavelmente para aí porquê desperdiçar uma palavra, um segundo em que te posso olhar nos olhos, ler-te a alma e a inevitabilidade do momento e dar-te mais um beijo, mostrar-te mais um sorriso, o último, olhar a última vez para trás... Aproveito esse momento e gravo-te na minha mente para sempre, coloco-te do lado das recordações felizes, da história bonita sem final feliz (porque não tinha que ser).
Os traços do teu rosto, o brilho dos teus olhos irão com o tempo tornar-se cada vez mais transparentes, cada vez menos definidos mas o momento continuará sempre presente: lembrar-me-ei sempre das tuas palavras. Se me cruzar contigo na rua, reconhecer-te-ei, se ouvir a tua voz vou saber quem és. Gravei-te naquele momento, naquele local para não saires tão cedo (ou nunca) de lá. Estás onde pertences e onde te quero: na memória. Deixaste de ser inconveniente e remeteste-te ao lugar onde devias ter ficado desde o princípio mas onde só agora tive coragem de te colocar.
Com alguma sorte esse adeus que ficou por dizer nunca será proferido. Com alguma sorte não ouvirei mais a tua voz. Com alguma sorte nunca mais te vejo. Só de me lembrar de ti começas a destruir as grades do local onde te coloquei e a causar distúrbios. O melhor é parar por aqui...
ADEUS!
quarta-feira, março 15, 2006
VIVER NÃO DÓI
terça-feira, março 14, 2006
Rescado Jack Johnson – Pavilhão Atlântico – 13 de Março, 2006
E-S-P-E-C-T-A-C-U-L-A-R ! Amei, amei, amei ...
Um concerto lindo, cheio de música boa e grandes actuações, um GRANDE público (em todos os sentidos), uma grande companhia... Resumindo, o melhor programa para uma segunda-feira à noite depois de um dia de aulas demasiado secante e exaustivamente degradante...
Saio de lá com o coração cheio, um sorriso na cara e uns quantos pensamentos que pedem para não me esquecer: tanta vida ainda por viver, tantas viagens por fazer, tanta gente por conhecer, tantos beijos por dar, tantas paixões por viver!
“LOVE IS THE ANSWER AT LEAST FOR MOST OF THE QUESTIONS IN MY HEART!”
Penso no Verão, na praia, nos bikinis, nos amigos, nas viagens, nas guitarradas, nas conversas, nos passeios, nas pessoas e nos beijos anteriores (“porque há beijos que mesmo com sombra, não têm sombra”)..
Com um concerto destes curamos todas as feridas, aprendemos lições de vida com as letras, conseguimos ver o lado menos mau das situações, conseguimos gritar e deitar cá para fora tudo o que não queremos que fique cá dentro, todos os que não queremos que fiquem cá dentro! Com música desta tudo é mais colorido e a VIDA É BELA!!! É o poder da música...
O corpo ainda está dorido e a voz rouca, tal como o coração ainda está cheio... Mas valeu a pena, vale sempre a pena lutar pelo que queremos e não nos determos... Desde que tenhamos a certeza do que queremos! Se querem alguma coisa, alguém, lutem... Se não der certo é porque não tem que ser...
“And there has always been laughing, crying, birth, and dying
O tempo está a mudar...E eu também!
P.S – À Tati, à Sara, à Rita obrigada pela tarde bem passada e pela loucura incansável durante o concerto! ADOREI! E vivam os “babes”... Salvação Power =P
Ahhh o Jack é lindo sim ms aquele pianista (Zack) tem um “quê” que mexeu comigo LOL!!! Tou in loveeeeeee! ;)










